sábado, 25 de outubro de 2008

SEI, O QUE NÃO SEI

Não sei se gosto de ser assim.
Igual a mim mesma.
Viver num mundo assim,
E fazer da história sempre a mesma,

Igual a tantas outras: vulgares.
Em que a história é a mesma
Só mudam os lugares: vulgares.

Não sei se gosto de ser assim.
Não sei se devo mudar a história.
Não sei se mudam os lugares: vulgares.
Sei, como sei, não sei,
Que não devo ser assim,
E que tudo tem que ser assim.
Nada pode mudar,
Mas nada deve assim continuar.

Na diferença surge sempre
O problema de nada ser igual!

3 comentários:

Ricardo Luis disse...

Ana, o teu poema tocou-me...
Continua a espelhar no blog o que te vai na alma.
Um beijo do teu padrinho.

Rosy disse...

sem palavras...
há que valorizar realmente a originalidade de cada pessoa, e respeitar, embora agora o k se ve, e o k uma pexoa gosta ou faz o outro tb tem de o ser!
beijinhos

Fernanda disse...

a fidelidade nos mesmos e um dever... so assim encontraremos o nosso verdadeiro lugar no mundo.